A mãe de jimmy se levanta da cadeira quando viu o cirurgião chegar e pergunta:
- Como esta meu filho? Ele vai ficar bem?
O cirurgião disse:
- Sinto muito, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.
Sally disse:
- Por que as crianças tem câncer? Será que Deus não se preocupa com elas?
Deus, onde estavas quando meu filho precisou?
O cirurgião disse:
- Uma das enfermeiras sairá para te deixar uns minutos com o corpo de seu filho antes que levem para a Universidade.
Sally pediu a enfermeira que a acompanhasse enquanto se despedia de seu filho. Passou a mão no seu cabelo, a enfermeira perguntou se ela queria guardar alguns fios de seu cabelo. Sally aceitou, a enfermeira cortou uma mecha e colocou em uma bolsinha de plástico e deu a Sally.
Sally disse:
- Foi idéia de Jimmy doar seu corpo a Universidade para ser estudado.
Disse que poderia ser útil a alguém. Era o que ele desejava. Eu, a princípio me neguei, mas ele me disse: "Mamãe, eu não o usarei depois que morrer, e talvez ajude uma criança a desfrutar de um dia mais ao lado de sua mãe." Meu Jimmy tinha um coração de ouro, sempre pensava nos outros e desejava ajudá-los como pudesse.
Sally saiu do Hospital Infantil pela última vez, depois de ter permanecido por lá nos últimos seis meses. Colocou a bolsa com os pertences de Jimmy no assento do carro, junto a ela. foi difícil dirigir de volta pra casa, e mais difícil ainda, entrar na casa vazia.
Levou a bolsa ao quarto de Jimmy e colocou os carrinhos de miniatura e todas suas demais coisas como ele gostava. Sentou na cama de Jimmy e chorou até dormir, abraçando o pequeno travesseiro dele. Acordou cerca de meia-noite, junto a ela, havia uma folha de papel dobrada. Abriu a carta que dizia:
"Querida mamãe, sei que você deve sentir minha falta mas não pense que eu te esqueci ou que deixei de te amar só porque não estou ai para dizer TE AMO. Pensarei em você cada dia mamãe e cada dia te amarei ainda mais.
Algum dia voltaremos a nos ver. Se você quiser adotar um menino para que não fiques tão sozinha, ele poderá ficar no meu quarto e brincar com todas as minhas coisas. Se quiser uma menina, provavelmente ela não gostara das mesmas coisas que os meninos e terá que comprar bonecas e coisas de meninas.
Não fique triste quando pensar em mim, estou num lugar grandioso.
Meus avós vieram me receber quando cheguei, me mostraram um pouco daqui, mas levarei muito tempo para ver tudo. Os anjos são muito amigos e me encanta vê-los voar. Jesus não se parece com as imagens que vi dele, mas soube que era ele assim que o vi. Jesus me levou para ver Deus!! E acredite, mamãe! eu me sentei no colo dele e falei com ele como se eu fosse alguém importante.
Eu disse a Deus que queria te escrever uma carta, para me despedir e
etc., mesmo sabendo que não era permitido. Deus me deu papel e sua caneta pessoal para escrever esta carta. Acho que se chama Gabriel o anjo que a deixara cair para você. Deus me disse para responder o que você perguntou:
"Onde estava ele quando eu precisei?" Deus disse: "No mesmo lugar de quando Jesus estava na cruz. Estava justo aí, como Deus sempre está com todos os seus filhos."
Esta noite estarei na mesa com Jesus para o jantar. Sei que a comida será fabulosa. Ah! quase esqueci de dizer... Não sinto mais nenhuma dor, o câncer foi embora. Estou feliz porque eu já não conseguia mais suportar tanta dor e Deus não podia me ver sofrendo daquela maneira, ai enviou o Anjo da Misericórdia para me levar. O Anjo me disse que eu era uma entrega especial!!!"
Assinado com amor: Deus, Jesus e eu.
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de Sucesso... O Sucesso é Conseqüência.
Quem sou eu
- Angell Comunicadora
- Bagé, RGS, Brazil
- Sou comunicadora da Radio Delta Fm de Bagé, apresento um programa super variado das 08 as 13hs de Segunda a Sábado, sempre com Novidades e ja cedinho com uma Mensagem de Otimismo para que os ouvintes tenham a oportunidade de escolher que tipo de dia eles querem viver, acredito que assim contribuo e muito para o bem das Pessoas.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Dê 5 Minutos do seu Tempo
Em um parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem e lhe disse:
- Aquele menino ali é meu filho, brincando no escorregador.
- Um bonito menino,respondeu o homem.Aquela pedalando a bicicleta é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, que tal irmos embora?
- Só mais cinco minutinhos, pai. Por favor,só mais cinco minutinhos!
Ele concordou e Melissa continuou brincando com sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse:
- Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar…
Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?
Lembre-se: nem tudo o que importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.
- Aquele menino ali é meu filho, brincando no escorregador.
- Um bonito menino,respondeu o homem.Aquela pedalando a bicicleta é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, que tal irmos embora?
- Só mais cinco minutinhos, pai. Por favor,só mais cinco minutinhos!
Ele concordou e Melissa continuou brincando com sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!
O homem sorriu e disse:
- Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar…
Em tudo na vida estabelecemos prioridades.
Quais são as suas?
Lembre-se: nem tudo o que importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.
A fábula do Porco Espinho
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,
assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os
companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então
precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma
pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver
com os defeitos do outro e admirar suas qualidades.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,
assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os
companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então
precisavam fazer uma escolha:
Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma
pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.
Moral da História
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver
com os defeitos do outro e admirar suas qualidades.
Sempre ha uma Saida
Conta uma antiga lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de haver assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e por isso, desde o primeiro momento, procurou-se um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O acusado foi levado a julgamento já antevendo o resultado da sentença: A forca. Ele sabia que tudo seria feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história.
O juiz, que também participava da farsa para levar o pobre homem á morte, no intuito de simular um julgamento justo, fez ao acusado uma proposta para que ele provasse sua inocência, disse ao juiz:
:-Como sou homem de profunda religiosidade, deixarei sua sorte em sua mão. Vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papeis e aquele que escolher será o veredicto. O senhor mesmo decidirá seu destino.
Sem que o acusado percebesse, o juiz escreveu em ambos as papéis a palavra CULPADO, de maneira que não havia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não haveria saída para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos, pressentiu a vibração negativa e aproximou-se da mesa. Decidido, pegou um dos papeis, rapidamente jogou-a na boca e o engoliu.
Os presentes reagiram com surpresa.
:-Mas o que fez o senhor? E agora? Como saber qual foi o seu veredicto? – perguntou o juiz.
:-Muito fácil – respondeu o homem – Basta olhar o pedaço que sobrou para sabermos que engoli o seu contrário.
Imediatamente o homem foi libertado.
POR MAIS DIFÍCIL QUE LHE PAREÇA UMA SITUAÇÃO, NÃO DEIXE DE ACREDITAR ATÉ O ÚLTIMO INSTANTE NA SUA SOLUÇÃO.
Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e por isso, desde o primeiro momento, procurou-se um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.
O acusado foi levado a julgamento já antevendo o resultado da sentença: A forca. Ele sabia que tudo seria feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo dessa história.
O juiz, que também participava da farsa para levar o pobre homem á morte, no intuito de simular um julgamento justo, fez ao acusado uma proposta para que ele provasse sua inocência, disse ao juiz:
:-Como sou homem de profunda religiosidade, deixarei sua sorte em sua mão. Vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papeis e aquele que escolher será o veredicto. O senhor mesmo decidirá seu destino.
Sem que o acusado percebesse, o juiz escreveu em ambos as papéis a palavra CULPADO, de maneira que não havia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não haveria saída para o pobre homem.
O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos, pressentiu a vibração negativa e aproximou-se da mesa. Decidido, pegou um dos papeis, rapidamente jogou-a na boca e o engoliu.
Os presentes reagiram com surpresa.
:-Mas o que fez o senhor? E agora? Como saber qual foi o seu veredicto? – perguntou o juiz.
:-Muito fácil – respondeu o homem – Basta olhar o pedaço que sobrou para sabermos que engoli o seu contrário.
Imediatamente o homem foi libertado.
POR MAIS DIFÍCIL QUE LHE PAREÇA UMA SITUAÇÃO, NÃO DEIXE DE ACREDITAR ATÉ O ÚLTIMO INSTANTE NA SUA SOLUÇÃO.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O furo no barco
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso:
O senhor já me pagou pela pintura do barco!
- disse ele.
Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento.
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!
Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque.
O pintor ficou surpreso:
O senhor já me pagou pela pintura do barco!
- disse ele.
Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento.
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos.
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!
Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.
Tem pão velho?
Era um fim de tarde de sábado. Eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo:
- Dona, tem pão velho? Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou Desde criança.
Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei:
Onde Você mora? - Depois do zoológico.
- Bem longe, hein? - É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer
- Você está na escola? - Não. Minha mãe não pode comprar material
- Seu pai mora com vocês? - Ele sumiu. E o papo prosseguiu, até que disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo? – Não precisa, não.
A senhora já conversou comigo, isso é suficiente.
Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga. Caros amigos, quantas lições podemos tirar desta resposta:
"Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é
suficiente!"
Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!
Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho" na minha casa... e eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse:
"Eu sou o pão da vida!"
Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...
- Dona, tem pão velho? Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou Desde criança.
Olhei para aquele menino tão nostálgico e perguntei:
Onde Você mora? - Depois do zoológico.
- Bem longe, hein? - É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer
- Você está na escola? - Não. Minha mãe não pode comprar material
- Seu pai mora com vocês? - Ele sumiu. E o papo prosseguiu, até que disse:
- Vou buscar o pão. Serve pão novo? – Não precisa, não.
A senhora já conversou comigo, isso é suficiente.
Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga. Caros amigos, quantas lições podemos tirar desta resposta:
"Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, isso é
suficiente!"
Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!
Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho" na minha casa... e eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem.
Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse:
"Eu sou o pão da vida!"
Verifique quantas pessoas talvez estejam esperando uma só palavra sua...
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Barulho de Carroça
Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio
no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno
silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais
alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...
no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno
silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais
alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...
terça-feira, 20 de abril de 2010
Lave sua Vidraça
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça!
Abra sua janela!
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e novamente a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha a deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:
Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça!
Abra sua janela!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O CHORO DA ESTRELA
Estava Deus, a caminhar, sossegadamente, pelo universo... contemplava sua criação, e, aproveitando o passeio, verificava se tudo estava correndo bem. Em certo ponto de sua caminhada, deparou-se com uma de suas estrelas, num choro compulsivo... Com certa tristeza, aproximou-se e perguntou docemente:
Por que choras, minha filha?
A pobre estrela, aos prantos, mal conseguia falar :
Sabe, meu Pai... Estou triste...não consigo achar uma razão para a minha existência... O sol, com toda a sua magnitude, fornece calor, luz e energia às pessoas... As estrelas cadentes, incentivam paixões e sonhos... Os cometas, geram dúvidas e mistérios... E eu, aqui... parada...
Deus ouviu tudo atentamente... com doçura e paciência, decidiu explicar à estrela os porquês, porém, foi interrompido por uma voz, que vinha de longe... Era uma criança, que caminhava com sua mãe, em um dos planetas da região...
A criança dizia à sua mãe:
Veja mamãe! O dia já vai nascer!
A mãe ficou meio confusa... como podia, uma criança, que mal sabia as horas, saber que o sol já nasceria, mesmo estando tão escuro?
Como você sabe disso, meu filho?
Veja aquela estrela! Papai me disse que ela anuncia o novo dia.
Ela sempre aparece pouco antes do sol, e aponta o lugar de onde o sol vai sair... Ouvindo aquilo, a estrela pôs-se a chorar...
Deus, calmamente lhe falou:
Podes ver? Sabes agora, o motivo de tua existência?
Tudo o que criei, fiz por alguma razão de ser.
És a estrela que anuncia o novo dia..
E com o novo dia, renovam-se as esperanças, os sonhos...
E serves para orientar os homens, para onde caminhar.
Ao te ver, sabem que não estão perdidos, pois sabem qual o seu destino.
A estrela ouviu tudo atentamente... Sentiu uma alegria celestial invadindo sua vida... A partir de então, ela brilhou cada vez mais, pois sabia que era importante e indispensável ao ciclo da vida.
Todos nós temos uma razão para estarmos aqui... Mesmo se não soubermos qual é exatamente esta razão, devemos viver a vida intensamente, semeando amor e espalhando alegrias... Só assim, a estrela que habita em nossos corações brilhará mais forte, iluminando a todos que estão em nossa volta. Fazendo isso, estaremos iluminando nossas próprias vidas.
Por que choras, minha filha?
A pobre estrela, aos prantos, mal conseguia falar :
Sabe, meu Pai... Estou triste...não consigo achar uma razão para a minha existência... O sol, com toda a sua magnitude, fornece calor, luz e energia às pessoas... As estrelas cadentes, incentivam paixões e sonhos... Os cometas, geram dúvidas e mistérios... E eu, aqui... parada...
Deus ouviu tudo atentamente... com doçura e paciência, decidiu explicar à estrela os porquês, porém, foi interrompido por uma voz, que vinha de longe... Era uma criança, que caminhava com sua mãe, em um dos planetas da região...
A criança dizia à sua mãe:
Veja mamãe! O dia já vai nascer!
A mãe ficou meio confusa... como podia, uma criança, que mal sabia as horas, saber que o sol já nasceria, mesmo estando tão escuro?
Como você sabe disso, meu filho?
Veja aquela estrela! Papai me disse que ela anuncia o novo dia.
Ela sempre aparece pouco antes do sol, e aponta o lugar de onde o sol vai sair... Ouvindo aquilo, a estrela pôs-se a chorar...
Deus, calmamente lhe falou:
Podes ver? Sabes agora, o motivo de tua existência?
Tudo o que criei, fiz por alguma razão de ser.
És a estrela que anuncia o novo dia..
E com o novo dia, renovam-se as esperanças, os sonhos...
E serves para orientar os homens, para onde caminhar.
Ao te ver, sabem que não estão perdidos, pois sabem qual o seu destino.
A estrela ouviu tudo atentamente... Sentiu uma alegria celestial invadindo sua vida... A partir de então, ela brilhou cada vez mais, pois sabia que era importante e indispensável ao ciclo da vida.
Todos nós temos uma razão para estarmos aqui... Mesmo se não soubermos qual é exatamente esta razão, devemos viver a vida intensamente, semeando amor e espalhando alegrias... Só assim, a estrela que habita em nossos corações brilhará mais forte, iluminando a todos que estão em nossa volta. Fazendo isso, estaremos iluminando nossas próprias vidas.
Sabedoria e Força
Um sábio mestre conduz seu aprendiz pela floresta.
Embora mais velho, caminha com agilidade,
enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro,
e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado.
Sem parar, o sábio mestre dá meia volta
e começa a viagem de volta.
Você não me ensinou nada hoje diz o aprendiz,
levando mais um tombo.
Ensinei sim, mas você parece que não aprende
responde o mestre. Estou tentando lhe ensinar
como se lida com os erros da vida.
E como lidar com eles?
Como deveria lidar com seus tombos responde o mestre.
Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu,
devia procurar aquilo que te fez escorregar.
MORAL DA HISTÓRIA:
Devemos procurar a raiz de nossos erros
e nos levantarmos com sabedoria e força.
Embora mais velho, caminha com agilidade,
enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro,
e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegam a um lugar sagrado.
Sem parar, o sábio mestre dá meia volta
e começa a viagem de volta.
Você não me ensinou nada hoje diz o aprendiz,
levando mais um tombo.
Ensinei sim, mas você parece que não aprende
responde o mestre. Estou tentando lhe ensinar
como se lida com os erros da vida.
E como lidar com eles?
Como deveria lidar com seus tombos responde o mestre.
Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu,
devia procurar aquilo que te fez escorregar.
MORAL DA HISTÓRIA:
Devemos procurar a raiz de nossos erros
e nos levantarmos com sabedoria e força.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Sábio é aquele...
Sábio é aquele que permite descobrir;
que reconhece a importância de aprender o novo,
que abre seu coração para sentir e ouvir...
Sábio é aquele que permanece em silêncio, observando os passos da mente, as fragrâncias,
os lugares escondidos dentro do seu ser...
Sábio é aquele que ouve antes de falar,
que sorri antes de chorar,
que permanece quieto para sentir
o frescor da noite em seu interior.
Sábio é aquele que diz sim para a vida,
que desperta o amor em si e em seu semelhante,
na intenção de criar um mundo melhor a todos nós.
Sábio é aquele que ama seu irmão que vê,
Como ama a Deus que não vê.
Sábio é aquele que vive e sabe viver!
que reconhece a importância de aprender o novo,
que abre seu coração para sentir e ouvir...
Sábio é aquele que permanece em silêncio, observando os passos da mente, as fragrâncias,
os lugares escondidos dentro do seu ser...
Sábio é aquele que ouve antes de falar,
que sorri antes de chorar,
que permanece quieto para sentir
o frescor da noite em seu interior.
Sábio é aquele que diz sim para a vida,
que desperta o amor em si e em seu semelhante,
na intenção de criar um mundo melhor a todos nós.
Sábio é aquele que ama seu irmão que vê,
Como ama a Deus que não vê.
Sábio é aquele que vive e sabe viver!
A Rotina
Estou cansada de trabalhar e ver todos os dias as mesmas pessoas no caminho; passar horas trabalhando.
Chego em casa e meu marido sempre do mesmo jeito, com a mesma disposição, a mesma comida para o jantar. Entro no banho e logo ele começa a reclamar.
Quero descansar e assistir minha novela, mas meus filhos não me deixam, porque querem brincar comigo e conversar. Não entendem que estou cansada.
Meus pais também me irritam algumas vezes e entre trabalho, marido, filhos, pais e cuidar da casa, eles me deixam louca. “Quero Paz”.
A única coisa boa é dormir.
Ao fechar os olhos sinto um grande alívio, me esqueço de tudo e de todos.
- Ao dormir ...
“Olá, vim te ajudar”.
- Quem é você? Como entrou?
-“Sou um servo de Deus. Ele disse que ouviu suas queixas e que você tem razão”.
-Isso não é possível, para isso eu teria que estar...
-“Isso, você está. Não se preocupará mais em ver sempre as mesmas pessoas, nem por aguentar o seu marido com suas reclamações e sua disposição, nem seus filhos que te irritam, nem terá que escutar os conselhos de seus pais e não terá mais qualquer casa para cuidar.”
- Mas... Que acontecerá com todos? Com meu trabalho? Minha casa ?
-“Não se preocupe. No seu trabalho já contrataram outra pessoa para o seu lugar e ela certamente está muito feliz porque estava sem trabalho”.
- E meu marido, meus filhos?
- “Ao seu marido foi dado uma boa mulher que o quer bem, o respeita e o admira por suas qualidades, aceita seus gostos e defeitos e todas as suas reclamações. Além disso, ela se preocupa com seus filhos como se fossem filhos dela. De certo, tem uma emoção muito grande já que é estéril. Por mais cansada que chegue do trabalho, dedica tempo a brincar com eles e para agradar seu marido. Todos estão muito felizes”.
-Mas não quero isso!
-“Sinto muito, a decisão foi tomada”.
- Mas isso significa que jamais voltarei a beijar o rostinho dos meus filhos, nem dizer “eu te amo” ao meu marido e mostrar a eles o quanto são importantes na minha vida, nem dar um abraço nos meus pais.
- Não, não quero morrer, quero viver, envelhecer junto ao meu marido, fazer a viagem que há muito planejamos, colocar aquela roupa que comprei há mais de 1 ano, levar meus filhos ao passeio que sempre prometi. Não quero morrer ainda...
- “ Mas era o que você queria... Descansar.
Agora já tens seu descanso eterno, durma para sempre”.
- Não, não quero, por favor, Deus!
- ..... “ Que aconteceu amor? Teve um pesadelo?” Disse meu marido me acordando com paciência e carinhosamente.
- Sim, um pesadelo horrível.... Parei a frase ao meio, olhei em seu rosto, seu semblante preocupado comigo, ali do meu lado, e então, sorrindo falei:
- Não meu amor.... não tive pesadelo nenhum, tive um encontro com Deus, que nos adora, e que acaba de me dar uma nova oportunidade.
Chego em casa e meu marido sempre do mesmo jeito, com a mesma disposição, a mesma comida para o jantar. Entro no banho e logo ele começa a reclamar.
Quero descansar e assistir minha novela, mas meus filhos não me deixam, porque querem brincar comigo e conversar. Não entendem que estou cansada.
Meus pais também me irritam algumas vezes e entre trabalho, marido, filhos, pais e cuidar da casa, eles me deixam louca. “Quero Paz”.
A única coisa boa é dormir.
Ao fechar os olhos sinto um grande alívio, me esqueço de tudo e de todos.
- Ao dormir ...
“Olá, vim te ajudar”.
- Quem é você? Como entrou?
-“Sou um servo de Deus. Ele disse que ouviu suas queixas e que você tem razão”.
-Isso não é possível, para isso eu teria que estar...
-“Isso, você está. Não se preocupará mais em ver sempre as mesmas pessoas, nem por aguentar o seu marido com suas reclamações e sua disposição, nem seus filhos que te irritam, nem terá que escutar os conselhos de seus pais e não terá mais qualquer casa para cuidar.”
- Mas... Que acontecerá com todos? Com meu trabalho? Minha casa ?
-“Não se preocupe. No seu trabalho já contrataram outra pessoa para o seu lugar e ela certamente está muito feliz porque estava sem trabalho”.
- E meu marido, meus filhos?
- “Ao seu marido foi dado uma boa mulher que o quer bem, o respeita e o admira por suas qualidades, aceita seus gostos e defeitos e todas as suas reclamações. Além disso, ela se preocupa com seus filhos como se fossem filhos dela. De certo, tem uma emoção muito grande já que é estéril. Por mais cansada que chegue do trabalho, dedica tempo a brincar com eles e para agradar seu marido. Todos estão muito felizes”.
-Mas não quero isso!
-“Sinto muito, a decisão foi tomada”.
- Mas isso significa que jamais voltarei a beijar o rostinho dos meus filhos, nem dizer “eu te amo” ao meu marido e mostrar a eles o quanto são importantes na minha vida, nem dar um abraço nos meus pais.
- Não, não quero morrer, quero viver, envelhecer junto ao meu marido, fazer a viagem que há muito planejamos, colocar aquela roupa que comprei há mais de 1 ano, levar meus filhos ao passeio que sempre prometi. Não quero morrer ainda...
- “ Mas era o que você queria... Descansar.
Agora já tens seu descanso eterno, durma para sempre”.
- Não, não quero, por favor, Deus!
- ..... “ Que aconteceu amor? Teve um pesadelo?” Disse meu marido me acordando com paciência e carinhosamente.
- Sim, um pesadelo horrível.... Parei a frase ao meio, olhei em seu rosto, seu semblante preocupado comigo, ali do meu lado, e então, sorrindo falei:
- Não meu amor.... não tive pesadelo nenhum, tive um encontro com Deus, que nos adora, e que acaba de me dar uma nova oportunidade.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
O Bambu Chinês
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada, absolutamente nada, por 4 anos – exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros".
Covey escreveu: "Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês."
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e as vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o "quinto ano" chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos
trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...
Durante 4 anos, todo o crescimento é subterrâneo, numa maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra.
Mas então, no quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir 24 metros".
Covey escreveu: "Muitas coisas na vida (pessoal e profissional) são iguais ao bambu chinês."
Você trabalha, investe tempo e esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e as vezes não se vê nada por semanas, meses ou mesmo anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando e nutrindo, o "quinto ano" chegará e o crescimento e a mudança que se processam o deixarão espantado.
O bambu chinês mostra que não podemos desistir fácil das coisas... Em nossos
trabalhos, especialmente projetos que envolvem mudanças de comportamento, cultura e sensibilização para ações novas, devemos nos lembrar do bambu chinês para não desistirmos fácil frente às dificuldades que surgem e que são muitas...
O Circulo da tolerância
Um famoso senhor com poder de decisão, gritou com um diretor da sua empresa, porque estava com ódio naquele momento.
O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.
Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.
O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.
O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.
Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:
"Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos.
Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono.
Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse bem. Amanhã você sentir-se-à melhor."
E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos...
Naquele momento, rompeu o círculo do ódio, porque esbarrou com a tolerância a doçura, o perdão e o amor.
Façamos o mesmo.
O diretor, chegando em casa, gritou com sua esposa, acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à mesa.
Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara.
O cachorrinho saiu correndo, e mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua saída pelo portão.
Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu ao ser-lhe aplicada.
O farmacêutico, chegando à casa, gritou com sua mãe, porque o jantar não estava do seu agrado.
Sua mãe, tolerante, um manancial de amor e perdão, afagou-lhe seus cabelos e beijou-o na testa, dizendo-lhe:
"Filho querido, prometo-lhe que amanhã farei os seus doces favoritos.
Você trabalha muito, está cansado e precisa de uma boa noite de sono.
Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem limpinhos e cheirosos para que você descanse bem. Amanhã você sentir-se-à melhor."
E abençoou-o, retirando-se e deixando-o sozinho com os seus pensamentos...
Naquele momento, rompeu o círculo do ódio, porque esbarrou com a tolerância a doçura, o perdão e o amor.
Façamos o mesmo.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Corrida dos Sapinhos
Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que
continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que
continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos
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